indico, um oceano, um filme que traz um oceano de sensações, da experiência diante do outro.
do Irã para a Europa, da Europa para um Irã que mudou, que sufoca. esse é o filme Persépolis, de Marjane Satrapi, autobiografia em quadrinhos adaptada para as telas ... de computador no versátil formato rmbv.
naveguem na seguinte onda: http://somdoroque.blogspot.com/2008/03/persepolis-para-download_04.html. baixem o de 3 partes, pois o outro possivelmente está corrompido.
li sobre esse filme no estadão mês passado. só agora caiu a ficha que poderia baixá-lo e assisti-lo.
assisti na quarta, 26/3, após dia desgastante. reconfortou minh'alma...
domingo, 30 de março de 2008
ow domingo brabo - coroação de um fim de semana inútil
ouvindo the wallflowers, a trilha sonora deste domingo... nesse momento - heroes....
enfim, descontinuidade no caminho é uma marca, seja defeito ou qualidade não sei - quando souber decido o que fazer com ela. mas reflete muito o que sempre aconteceu comigo. às vezes intenso, às vezes off. gosto de simultaneidade, de fazer muitas coisas ao mesmo tempo, mas quando me dou conta, muita coisa passou, ou está por um triz. mania de controle sobre tudo? pode ser? me pego sempre nessa situação: envolvido com alguma coisa, de repente um estalo faz com que acorde e veja que se passaram semanas e que não me dei conta. e o tempo é cruel, passa mesmo. aí vem o vazio... onde eu estava este temp todo? por que tais coisas chegaram a este ponto? enfim, enfim, sinto que hoje perdi algo, mas ainda não sei as variáveis que levaram a tal fato: minhas ações, minhas omissões; ou o dedo de terceiros sobre minhas ações ou omissões. que seja. amnhã, segunda braba, novo dia. recomeça o jogo das cadeiras, e como sempre pretendo sentar em todas. e provavelmente continuarei de pé, pois me darei conta que pessoas têm pressa em se acomodar, e que a música acaba...
enfim, descontinuidade no caminho é uma marca, seja defeito ou qualidade não sei - quando souber decido o que fazer com ela. mas reflete muito o que sempre aconteceu comigo. às vezes intenso, às vezes off. gosto de simultaneidade, de fazer muitas coisas ao mesmo tempo, mas quando me dou conta, muita coisa passou, ou está por um triz. mania de controle sobre tudo? pode ser? me pego sempre nessa situação: envolvido com alguma coisa, de repente um estalo faz com que acorde e veja que se passaram semanas e que não me dei conta. e o tempo é cruel, passa mesmo. aí vem o vazio... onde eu estava este temp todo? por que tais coisas chegaram a este ponto? enfim, enfim, sinto que hoje perdi algo, mas ainda não sei as variáveis que levaram a tal fato: minhas ações, minhas omissões; ou o dedo de terceiros sobre minhas ações ou omissões. que seja. amnhã, segunda braba, novo dia. recomeça o jogo das cadeiras, e como sempre pretendo sentar em todas. e provavelmente continuarei de pé, pois me darei conta que pessoas têm pressa em se acomodar, e que a música acaba...
domingo, 16 de março de 2008
para além do bem e do mal
começa com um parábola... era uma vez um individuo que enquanto teve background (ou sua costa larga) fez o que poderíamos denominar como algumas maldades, como atos negativos, ou sei lá o que. Não sei ainda como dar uma definição coerente pra isso. Mas seria um comportamento típico desses que clasificamos baseados nos ditos populares do que "quem semeia vento, colhe tempestade". Enfim, um dia as coisas mudaram, e então a tempestade veio. Era o óbvio? As pessoas se afastam porque a fama de mal se perpetuou, mesmo que nenhum dos gestos negativos as tenha atingido?
Isso me encucou muito hoje. Será que essa tempestade veio porque a negativo semeado anteriormente continua sendo semeado? ? Dito de maneira menos confusa, o ato da maldade que existia continuará a se perpetuar agora, porque desde que foi acionado, as pessoas passam a agir com maldade também, numa exaltação do olho por olho, de maneira que gestos eticamente, moralmente (ou até cristaneamente...) "incorretos" que essa pessoa transmitia atinge os ao seu redor e por isso eles passam a agir da mesma maneira. Que mundo podre. Não sei se minha teoria de fim de domingo se sustenta, mas me encuca.
Só resta deixar uma mensagem, ainda mais oportuna pela "semana santa": bem e mal ainda existem, mesmo relativizados, existem, podem e devem ser bem demarcados. Devemos agir sempre pelos lados do bem, porque senão o(s) lados(s) do mal continuam a existir e impregnam-se em nós e nem percebemos.
se errei hoje, o caminho serviu para ver um novo.
Isso me encucou muito hoje. Será que essa tempestade veio porque a negativo semeado anteriormente continua sendo semeado? ? Dito de maneira menos confusa, o ato da maldade que existia continuará a se perpetuar agora, porque desde que foi acionado, as pessoas passam a agir com maldade também, numa exaltação do olho por olho, de maneira que gestos eticamente, moralmente (ou até cristaneamente...) "incorretos" que essa pessoa transmitia atinge os ao seu redor e por isso eles passam a agir da mesma maneira. Que mundo podre. Não sei se minha teoria de fim de domingo se sustenta, mas me encuca.
Só resta deixar uma mensagem, ainda mais oportuna pela "semana santa": bem e mal ainda existem, mesmo relativizados, existem, podem e devem ser bem demarcados. Devemos agir sempre pelos lados do bem, porque senão o(s) lados(s) do mal continuam a existir e impregnam-se em nós e nem percebemos.
se errei hoje, o caminho serviu para ver um novo.
quinta-feira, 6 de março de 2008
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