quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

lego (humanos demasiado deuses)

venho matutando isso há muito tempo, mas ontem, carregando pedra literalmente, um insight me ocorreu. dizem na ilha que nos distinguimos dos outros seres deste mundo pelo teleencéfalo altamente desenvolvido e o polegar opositor. outros dizem que nos distinguimos pela nossa alta capacidade de adaptação em qualquer parte do planeta, o que implica que por onde passamos somos capazes de ficar o quanto quisermos e até deixarmos rastros, como uma pirâmide ou uma explsão atômica (não que um seja oposto ao outro, nada de qualquer correlação entre eles).

não quero qui fazer apologia ao ser humano, mas temos que concordar que possuímos algumas vantagens adquiridas e aperfeiçoadas ao longo dos tempos. como ainda estou amadurecendo as idéias, jogo aqui os fatos, para em seguida arruamr algum conceito para eles...
 
nossa sociedade hoje vive um momento em que a desfragmentação (ou seja, a capacidade de montar e desmontar) chegou a todos setores de atividade humana. 

1. antigamente, algumas civilizações se gabavam por construir na rocha, ou com a rocha, o que implicava que apenas os poderosos viviam sob a rocha enquanto que a maioria vivia sob precários tetos. hoje, casas com tijolos e seu upgrade, o bloco baiano de 6 furos, socializaram a construção.

2. fragmentação na alimentação. as partes "mais nobres" de carne de qualquer ser vivo passam de fragmentos a hamburgueres, steaks, e outras guloseimas do gênero.

3. pra finalizar, com um pouco de nada a ver, mas ainda pretend amarrar a isso, as celulas troncos, que podem se montar em qualquer coisa

continua...

caos e cosmos: equilibrio, ou não

de volta, vários caminhos percorridos destre então. 
só pra me recapitular, o final de novembro e dezembro foi um período de língua de fora, esse ano cansou muito, principalmente pelas dificuldades do trabalho. depois de algumas revisões começo admitir culpa nisso, pois quis inovar e me estrepei, embora sinta que foi um ano muito agitado e caótico. esse caos pode ser visto como uma antítese ao controle que consegui estabelecer no ano anterior, quando fiz poucas inovações, mas consegui estabelecer rotinas. 2008 se foi, como um ano de experimentos e angústias por mudanças. espero em 2009 ficar com os pés no chão, para em 2010 ir encontro ao novo (o que pode significar caos novamente).
enfim, começo o ano pensando nisso, um período muito agitado ativo que se encerrou. hora de arrumar essa zona para seguir adiante. em tempo: esse jogo de euforia e calmaria pode ser visto até pelas férias: ano passado numa hora dessas tava em buenos aires, enquanto que agora me vejo em férias entediantes.